tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo...
Cora Coralina
Meu querido Marcelo!
ResponderExcluirAté que enfim seu blog, até que enfim um tesouro aos que têm alma de poeta. E aos que não têm, uma lição de sensibilidade. Sucesso!
Com carinho e com Deus, sempre, da amiga Rosa.